Mostrando postagens com marcador AMOR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AMOR. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Tipo de amor

"Todo tipo de amor pede as suas provas. Não pelas provas, mas pelo amor e sua insistência em sair do peito e ganhar o mundo. E, pra mim, as provas verdadeiras são as menores e as mais sinceras.

Mais do que uma tatuagem como prova de amor, eu prefiro receber de presente um link do WeHeartIt com imagens do pôr do sol. Porque pra mim o amor se prova na lembrança e na companhia. E quando alguém lembra de você, você nunca está sozinho.

Mais do que comprar as flores e os buquês mais caros, eu prefiro receber uma flor arrancada do meio da rua, que você pegou quando lembrou de mim.

Mais do que todos os cds, dvds e entradas pra show, eu prefiro receber um vídeo do youtube com uma música bonita.

Porque pra mim amor não se prova com força, resistência ou paciência. Amor se prova todos os dias, em pequenas doses.

Amor se prova na companhia que se faz à mesa, na ligação que se faz no meio do dia. No beijo de bom dia.

Amor se prova no carinho inocente, no beijo roubado e naquele abraço.

Porque pra mim o amor se prova assim.

Mais do que um jantar no restaurante super caro, eu prefiro um café da manhã na cama, mesmo que seja só um misto quente no guardanapo.

Mais do que sair juntos por aí, é ficar juntos quando não se vai pra canto nenhum. E ficar junto é muito mais do que ficar lado a lado.

Porque pra mim amor se prova assim.

Com um recado surpresa no papel de parede do computador, só dizendo “eu te amo”. Com um bilhete no imã de geladeira. Com um e-mail carinhoso. Porque quem tem palavras de carinho nunca está sozinho.

E palavras são o melhor presente que alguém pode ganhar. Porque são sinceras. São sentimentos entregues da forma mais verdadeira. Palavras são um presente, uma companhia e uma prova de amor.

Porque pra mim amor se prova assim".

Via blog da Anna Terra

Ser feliz???

"Eu não necessito de um motivo especial para ser feliz.

Felicidade são pedacinhos de ternura que colho aqui e ali."

(Cecília Meireles)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Procuro um amor...

Procuro um amor novo amor com quem possa ter ressonâncias... num encontro pleno de respeito, cumplicidade e parceria. Alguém com quem seja possível dividir alegrias, delicadezas e alguns sonhos... não muitos, mas o suficiente para continuar a criar a magia do amar... e ser amado.

Busco assim por você que tenha leveza de alma e espírito, com total disponibilidade afetiva, que goste de viver a vida e que queira verdadeiramente um grande amor repleto de aventuras.

Nâo precisa ser um amor zero quilômetro, mas tem que ser dos bons. Daqueles de ter vontade de acordar mais cedo para levar café na cama, de ligar no meio do dia para dizer que sentiu saudade, de fazer bobagens, escrever bilhetinhos, fugir na madrugada em busca do desconhecido... um amor que não precisa durar para sempre mas que "seja infinitamente bom enquanto dure."

Procuro um amor que seja fiel e honesto, que saiba contar piadas e sussurrar no meu ouvido palavras gostosas para antes e depois do amor.

Procuro um amor que saiba viver sozinho, que invada meu mundo devagarinho e me convença que vale a pena ficar.

Procuro um amor quentinho... daqueles que não grudam na pele no verão mas que aquecem que nem edredom quando chega o inverno. Amor de dormir agarrado, de dançar colado e beijar na frente de todo mundo.

Procuro por fim um novo amor, uma companheira que seja minha amiga e minha amante, que goste de pipocas em tardes de chuva, e que queira andar de mãos dadas comigo pela vida.

Rodrigo Scherter

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A razão...

A razão por que dói tanto separarmo-nos
é
porque as nossas almas estão ligadas.

Talvez sempre tenham estado e sempre o fiquem.

Talvez tenhamos vivido milhares de vidas antes
desta, e em cada uma nos tenhamos reencontrado.

E talvez que em cada uma tenhamos sido
separados pelos mesmos motivos.

Isto significa que esta despedida é, ao mesmo
tempo, um adeus pelos últimos dez mil anos
e um prelúdio ao que virá.

Quando olho para ti vejo a tua beleza e graça,
e sei que cresceram mais fortes em cada
vida que viveste.

E sei que gastei todas as vidas antes desta
à tua procura.

Não de alguém como tu, mas de ti,
porque a tua alma e a minha têm que
andar sempre juntas.

E assim, por uma razão que nenhum
de nós entende, fomos obrigados a dizer
adeus um ao outro.

Adoraria dizer-te que tudo correrá bem
para nós, e prometo fazer tudo o que puder
para garantir que assim será.

Mas se nunca voltarmos a nos encontrar
e
isto for verdadeiramente um adeus,
sei que nos veremos ainda noutra vida.

Iremos encontrar-nos de novo,
e talvez
as estrelas tenham mudado,
e nós não
apenas nos amemos nesse tempo,
mas por todos os tempos que tivemos antes.

(Diário de uma paixão)

Nicholas Sparks

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Falar de amor...

Se não estivesse fora de moda...
eu iria falar de AMOR.
Daquele amor sincero,
olho nos olhos,
frio no coração
aquela dorzinha gostosa
de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que
só quem já amou um dia...
conhece bem.
Daquela vontade de repartir
de conquistar todas as coisas
mas não para retê-las
no egoísmo material da posse,
mas para doá-las
no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse fora de moda
eu iria falar de SINCERIDADE.
Sabe aquele negócio antigo de fidelidade,
... respeito mútuo...
e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga
mais que a bebida...
que é ter, numa pessoa só
a soma de tudo que
as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes
e a aceitação dos defeitos,
mas sobretudo...
o respeito pela individualidade,
que até julgamos nos pertencerem,
sem o direito de possuir.
Se não estivesse tão
fora de moda...
eu iria falar em AMIZADE.
na amizade que deve existir
entre duas pessoas que se querem.
O apoio e o interesse
a solidariedade de uns
pelas coisas dos outros
e vice-versa.
A união além dos sentimentos
a dedicação de compreender
para depois gostar.
Se não estivesse tão
fora de moda...
eu iria falar em FAMÍLIA.
Sim, família!!!
Essa instituição que ultimamente
vive à beira da falência,
sofrendo contínuas
e violentas agressões.
Pai, mãe, irmãos,
irmãs, filhos, lar...
Isso mesmo, o bem maior de
ter uma comunidade unida
pelos laços sanguíneos
e protegidas pelas
benções divinas.
Um canto de paz no mundo,
o aconchego da morada,
a fonte de descanso
e a renovação das energias.
Família,
o ser humano cumprindo
sua missão mais sublime
de sequenciar a obra do criador.
E depois.. eu iria até,
quem sabe,
falar sobre algo como...
a FELICIDADE.
Mas é pena que a felicidade,
como tudo mais,
há muito tempo já está
fora de moda.

Me sinto feliz por estar
tão fora de moda...

(Heloisa Helena Abreu)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Quero alguém

Quero alguém que fale pouco
mas com o seu silêncio possa dizer muito.
Quero alguém que não me faça promessas
mas com pequenos gestos demonstre o seu amor.

Não quero alguém que enxugue as minhas lágrimas
mas, sim, alguém que não me faça chorar.
Não quero alguém que me faça cobranças
mas alguém que me compreenda.

Não quero alguém que aponte os meus defeitos
mas alguém que tenha a sensibilidade
de enxergar as minhas qualidades.
Não quero alguém que faça criticas
mas alguém que me aceite do jeito que sou.

Não quero alguém vazio, superficial e
que viva de aparências
e que faça promessas que não serão realizadas.
Não quero alguém que viva de fantasias.

Só quero alguém que me ame...
E se deixe ser amado!

Só quero alguém que goste
de viver a vida de forma simples,
recheada com muito amor e carinho e,
acima de tudo, com muita sinceridade e respeito.

Quero alguém que, assim como eu,
acredite no amor verdadeiro!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Eu & amor

"Para viver um amor, seja do tamanho que for, é preciso atenção e compreensão...

É preciso coragem, um tantinho de sacanagem e um bocado de paixão...

É preciso EU e VOCÊ!"

sábado, 5 de novembro de 2011

Eu quero...

Eu quero pouco e quero mais...
Quero você...
Quero eu...
Quero domingos de manhã.
Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro...
Quero seu beijo...
Quero seu cheiro...
Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.

Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Procuro um amor

Procuro um novo amor com quem possa ter ressonâncias... num encontro pleno de respeito, cumplicidade e parceria. Alguém com quem seja possível dividir alegrias, delicadezas e alguns sonhos... não muitos, mas o suficiente para continuar a criar a magia do amar... e ser amado.

Busco assim por você que tenha leveza de alma e espírito, com total disponibilidade afetiva, que goste de viver a vida e que queira verdadeiramente um grande amor repleto de aventuras.

Nâo precisa ser um amor zero quilômetro, mas tem que ser dos bons. Daqueles de ter vontade de acordar mais cedo para levar café na cama, de ligar no meio do dia para dizer que sentiu saudade, de fazer bobagens, escrever bilhetinhos, fugir na madrugada em busca do desconhecido... um amor que não precisa durar para sempre mas que "seja infinitamente bom enquanto dure."

Procuro um amor que seja fiel e honesto, que saiba contar piadas e sussurrar no meu ouvido palavras gostosas para antes e depois do amor.

Procuro um amor que saiba viver sozinho, que invada meu mundo devagarinho e me convença que vale a pena ficar.

Procuro um amor quentinho... daqueles que não grudam na pele no verão mas que aquecem que nem edredom quando chega o inverno. Amor de dormir agarrado, de dançar colado e beijar na frente de todo mundo.

Procuro por fim um novo amor, uma companheira que seja minha amiga e minha amante, que goste de pipocas em tardes de chuva, e que queira andar de mãos dadas comigo pela vida.

Rodrigo Scherter

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fome de Amor

Todos temos fome. Fome de pão, fome de amor, fome de conhecimentos, de paz e de amizade.

A fome de pão que tanto aparece é a que mais comove e, contudo, existem outros tipos de fome.

A fome de amor, dentre todas, é a mais difícil de ser saciada. Muitos passam a vida inteira sem que ninguém lhes estenda uma migalha de carinho.

Aprendamos a reconhecer a fome de quem nos fala, de quem conosco convive, entendendo que quanto maior a fome, mais escondida se encontra e a busquemos saciar.

Recordemos os versos da oração franciscana:

Senhor, que eu ame mais do que pretenda ser amado...

Redação do Momento Espírita

domingo, 21 de agosto de 2011

Eu espero...

Que amanhã você tenha um belo amanhecer,
E que, amanhecendo, você desperte sorrindo...

E que, sorrindo, você siga o seu caminho,
A sua jornada de trabalho,
Contagiando todos à sua volta...

Que seu anjo da guarda sempre lhe acompanhe,
E faça sua luz ser mais brilhante...
Essa luz que tantas vezes já iluminou o meu astral...

Quero que a sua saúde, em momento algum,
Te deixe na mão...
Nem um mal estar, nem um nada, pode atrapalhar o seu BOM DIA...

Espero, por fim, que, ao fim do dia,
Antes do seu repouso,
Você ainda tenha ânimo para ler,
Toda essa mensagem de novo...

Porque eu lhe desejo um bom dia,
Amanhã, depois e sempre!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Papo sobre a paixão

As pessoas amam bem mais a expectativa do amor possível, que o amor propriamente dito. Daí a intensidade dos impulsos bloqueados, os que estão impedidos de expansão e movimento na direção do objeto amado.

Os “grandes amores” da literatura são grandes, não por serem amores, mas por serem impossíveis. Já os grandes amores da vida real só quem sente é que sabe. A impossibilidade de dimensionar um impulso afetivo carrega de energia a fantasia. E esta se encarrega de dar dimensão ao que o exercício da relação, talvez, tirasse.

Na paixão impossível só estão as projeções do que idealizamos, pretendemos ou não conseguimos viver em nosso cotidiano. Daí ser fácil entender sua força, sua obsessiva presença na cabeça dos enamorados.

É por isso, aliás, que só é musa quem é inatingível.
Case-se com a sua musa e acordará com uma jararaca...
Case-se com quem ama e será feliz.

Quer se ver livre de uma paixão colossal? Vá viver com a pessoa objeto da paixão (observem, por favor, que não estou usando a palavra amor). Aliás, já está nos clássicos e, mesmo, antes destes, nos antigos: “A conquista enobrece e a posse avilta”. Ou, como dizia Goethe: “Nas batalhas da paixão, ganha aquele que foge”.

Quantas vezes as relações humanas terminam ou se interrompem sem terem esgotado o potencial de possibilidades adivinhadas, intuídas, sentidas. Aí, o que não se esgotou clama por vir à tona e, muitas vezes, ameaça ocupar (e às vezes ocupa, efetivamente) todo o “ego”. Não é por outra razão que o apaixonado é o maior dos egoístas.

Ao dedicar tudo ao objeto da paixão, está é alimentando a própria necessidade, seja de sofrimento, de idealização, de felicidade ou fantasia. Entupido de impossibilidades, ele clama. E a isso muitos chamam amor.

Mas amor é coisa muito diversa...
Amor não clama nem reclama: amor dá.

Artur da Távola - Publicado no ODIAONLINE em 8/05/2008

sábado, 16 de julho de 2011

Quem sou eu?

Não venha me falar de razão
Não me cobre lógica
Não me peça coerência
Eu sou pura emoção
Tenho razões e motivações próprias
Me movimento por paixão
Essa é minha religião e minha ciência.

Não meça meus sentimentos
Nem tente compará-los a nada
Deles sei eu
Eu e meus fantasmas
Eu e meus medos
Eu e minha alma.

Sua incerteza me fere, mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam, mas não deixam cicatrizes.

Não me fale de nuvens... eu sou Sol e Lua
Não conte as poças... eu sou mar
Profundo, intenso, passional.

Não exija prazos e datas... eu sou eternidade e atemporal.

Não imponha condições... eu sou absolutamente incondicional.

Não espere explicações... não as tenho, apenas aconteço
Sem hora... local ou ordem.

Vivo em cada molécula
Sou um todo e às vezes sou nada
Você não me vê... mas me sente
Estou tanto na sua solidão... quanto no seu sorriso.

Vive-se por mim... morre-se por mim
Sobrevive-se sem mim...
Eu sou começo e fim... e todo o meio.

Sou seu objetivo... sua razão que a razão ignora e desconhece.

Tenho milhões de definições... todas certas... imperfeitas
Todas lógicas apenas em motivações pessoais
Todas corretas, todas erradas.

Sou tudo... sem mim, tudo é nada.

Sou amanhecer... sou Fênix... renasço das cinzas
Sei quando tenho que morrer... sei que sempre irei renascer.

Mudo protagonista, nunca a história.
Mudo de cenário, mas não de roteiro.

Sou música... ecôo, reverbero, sacudo.
Sou fogo... queimo, destruo, incinero.
Sou vento... arrasto, balanço, carrego.
Sou água... afogo, inundo, invado.
Sou tempo... sem medidas, sem marcações.
Sou clima... proporcional a minha fase.
Sou furacão... destruo, devasto, arraso.

Mas sou tijolo... construo, recomeço...

Sou cada estação... no seu apogeu e glória.
Sou seu problema... e sua solução.
Sou seu veneno... e seu antídoto.
Sou sua memória... e seu esquecimento.

Eu sou seu reino... seu altar e seu trono.
Sou sua prisão... sou seu abandono e sou sua liberdade.

Sua luz... sua escuridão e seu desejo de ambas.
Velo seu sono...

Poderia continuar me descrevendo
Mas já te dei uma idéia de quem sou...

Muito prazer, tenho vários nomes
Mas aqui, na sua terra...
Chamam-me de AMOR!...

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Entre a dor e o nada...

Entre a dor e o nada, o que você escolhe?

Depois do grande número de mensagens que recebi de leitores (tanto homens quanto mulheres) alegando que não valia a pena se entregarem novamente, acreditarem novamente no amor, terminei me inspirando para este "texto-resposta".

Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.

Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o nada do que a dor.

Quando você se perguntar do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?

Pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?

Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...

Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...

Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão. E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...

Prefiro o amargo sabor do não a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...

Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!

Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.

Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...

Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o nada.

E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...

Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!

Rosana Braga

sábado, 4 de junho de 2011

Fragmentos

O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte.

O amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim em olhar juntos para a mesma direção.

Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Não exijas de ninguém senão aquilo que realmente pode dar.

Em um mundo que se fez deserto, temos sede de encontrar companheiros.

Nunca estamos contentes onde estamos.

Será como a flor. Se tu amas uma flor; isso basta para que seja feliz quando a contempla.

Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar.

Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.

Só os caminhos invisíveis do amor libertam os homens.

O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Amor sem correntes

Em seu livro O profeta, Kalil Gibran fala do matrimônio com grande sabedoria. Vamos comentar algumas frases a fim de retirar delas ensinamentos úteis. Referindo-se ao casal, diz Gibran: Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão. Desconhecendo ou ignorando esta importante orientação, muitos casais transformam o amor em verdadeiras cadeias para ambas as partes.

O amor deve ser espontâneo. Não pode ser motivo de brigas e exigências descabidas.

O amor compreende. Não deve se constituir em grilhões que prendem e infelicitam. Por vezes, em nome do amor, nós queremos que nosso companheiro ou companheira faça somente o que desejamos. Só corta o cabelo quando permitimos. Só pode usar as roupas que aprovamos. Só sai se for em nossa companhia e não pode violar as regras estabelecidas pelo nosso egoísmo, para evitar brigas.

Isso não é amor, é prisão. Amar sem escravizar, eis o grande desafio.

E o profeta aconselha:
Dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço. Isto significa dizer que devemos compartilhar, ser gentil, dar do nosso pedaço, mas sem exigir nada em troca. É comum depois da gentileza vir a cobrança. Fazemos um favor e esperamos logo alguma recompensa. Pretendemos tirar alguma vantagem.

Dividir o pão, sim, mas não comer do mesmo pedaço. Isso quer dizer deixar ao outro o direito que lhe cabe do pedaço.

E Gibran continua: Cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vós estar sozinho.

É importante compartilhar, mas saber respeitar a individualidade um do outro, sem invadir a intimidade da pessoa amada.

Há pessoas que, se pudessem, controlariam até mesmo o pensamento do seu par, a ponto de torná-lo a sua própria sombra. Isso não é amor, é extremado desejo de posse.

Mais uma vez Kalil Gibran aconselha: Vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia, pois as colunas do templo erguem-se separadamente, e o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro.

Grande ensinamento podemos retirar daí, pois a comparação é perfeita.

Viver juntos, mas cada um respeitar o espaço do outro.

O lar é um templo que deve ser sustentado por duas colunas: cada uma na sua posição para que realmente haja apoio. Se as colunas se aconchegam em demasia, o templo pode desabar. Por isso o profeta recomenda: Vivei juntos mas não vos aconchegueis em demasia.

O amor tem por objetivo a união e não a fusão dos seres. Não se pode querer viver a vida do outro, controlar os gostos e até mesmo os desgostos da pessoa com quem nos casamos. É preciso que cada um cresça e permita o crescimento do outro, sem fazer sombra um para o outro.

Se os casais observassem esses pequenos mas eficientes conselhos, certamente teriam uma convivência mais harmônica e mais agradável.

* * *

O verdadeiro amor é aquele que compreende, perdoa, renuncia.

Em nome do amor devemos estender a mão para oferecer apoio e não para acorrentar.

Quem ama propicia segurança, confiança e afeto.

Lembre-se de que a pessoa com quem você convive não lhe pertence. É uma alma em busca do próprio aperfeiçoamento, tanto quanto você.

Lembre-se também que beijos e abraços só têm valor se não forem cobrados.

E, por fim, guarde a recomendação:
Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão.

Redação do Momento Espírita

sábado, 14 de maio de 2011

Um amor além do tempo

Até onde vai a sua capacidade de amar? Por quanto tempo você continuaria a amar alguém que desaparecesse de sua vida? Foi a inimaginável condição de amar daquela mulher chinesa que chamou a atenção da jornalista.

Quando entrou em sua sala, para a entrevista, as roupas tibetanas que portava exalavam um cheiro forte de pele de animal, leite azedo e esterco. Era uma indumentária, ao mesmo tempo vestuário, mochila, esteira e travesseiro. A túnica era provida de bolsos internos para livros e dinheiro. O lado de dentro da cintura da túnica escondia dois grandes sacos de couro, destinados a acondicionar comida para as viagens. Para dormir, a túnica servia de esteira e os grandes sacos de couro de coberta.

Ela havia se casado nos idos de 1958. Menos de 100 dias depois, seu marido, um médico do exército chinês de libertação do povo, foi mandado para o Tibete. Dois meses depois, ele foi dado como perdido.

A jovem esposa de 26 anos se recusou a aceitar a sua perda daquela forma e decidiu partir à sua procura. Por onde andaria seu amor? Teria ela que resgatá-lo de alguma condição muito ruim? Decidida, se juntou ao exército, na qualidade de médica. Era a única forma de viajar para o Tibete, naqueles anos difíceis. Andou por terras montanhosas, habitadas por uma mistura de mongóis, tibetanos e chineses.

Shu Wen se tornou budista tibetana e procurou seu amor, durante 30 anos. Experimentou o que era viver em silêncio, experienciou severas condições de vida, sentiu-se esmagar pela altitude, pelo vazio da paisagem...

O que terá sofrido aquela jovem, enquanto os anos lhe amadureciam a personalidade e lhe deixavam áspera a pele e trêmulas as mãos? Ela testemunhou a incrível engenhosidade do povo tibetano, que consegue viver com escassos recursos.

Viu comida escondida na terra congelada para ser recolhida depois, madeira armazenada embaixo de pedras para servir de combustível, pedras empilhadas para indicar direções.

Conheceu homens que costuravam e mulheres multicoloridas que tilintam. Porque as roupas tibetanas são feitas à base de couro e metal, costurá-las é um trabalho fisicamente pesado, pelo que é, principalmente, uma ocupação masculina.

E as mulheres tibetanas, não importa quão pobres sejam, dão grande importância às suas jóias. Por isso, onde quer que vão, quando se movem, lá está o tilintar de sininhos e guizos. Trinta anos de peregrinação por regiões inóspitas, enfrentando frio, fome, solidão. Sempre adiante.

Uma mulher que aprendeu a se defender do tempo, da maldade e alimentou a sua busca com a doçura do amor reservado para quem era o objeto de todas suas andanças: o marido.

* * *

Nesses dias, em que os relacionamentos conjugais parecem tão frágeis, em que os consórcios se desfazem por tudo e por nada, o exemplo dessa mulher leva a concluir que o verdadeiro amor não morre nunca. O verdadeiro amor tudo vence, porque guarda a certeza de que o ser amado é credor inconteste de sua dedicação, paixão, luta e esperança.

Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Passagem do virtual para o real

Para muitos, a passagem do virtual para o real é bastante dura. Para outros, impossível. Lembro-me dela, que não era ela, era ele. Lembro-me dele que não tinha charme algum, embora fosse um verdadeiro Don Juan no virtual. Sabia muito bem lidar com as palavras escritas.

Lembro-me de toda aquela falsa alegria que vários deixaram transparecer durante anos através das letras e que, no real, rolou ladeira abaixo. Lembro-me de opções sexuais que não eram verdadeiras e de amizades que não foram sinceras.

Lembro-me daquela loura fatal, sexy,, sensual que enviava sempre suas fotos causando frisson em muitos. Trinta, trinta e cinco anos, talvez? Não. Já era avó e beirava seus setenta anos. As tais fotos eram de cerca de trinta anos atrás retocadas por um photoshop.

Lembro-me de críticos literários. Viviam de um sonho que possivelmente jamais concretizaram. Lembro-me dos exaltados, ferozes provocadores. Verdadeiras ovelhinhas no real. Lembro-me de profissões virtuais. Médicos, advogados, engenheiros. Seres reais que sequer tiveram a oportunidade de passar na porta de uma faculdade.

Lembro-me dos donos da verdade virtuais, apenas virtuais. No real, não tinham opinião a respeito de nada. Perdiam-se dentro das suas próprias dúvidas. Lembro-me dos intelectuais, vários, a maioria de porta de buteco. Lembro-me de amores que jamais passaram para o real pois no virtual já eram impossíveis. Se bem que necessários.

Lembro-me do caráter dos seres virtuais. Como distinguir os bons e os maus? Ainda não existe em nenhum computador uma peça que se encaixe e faça uma luz vermelha ou verde piscar a cada e-mail que entra na nossa caixa de correio nos dando a informação que precisamos.

Lembro-me dela que tomou ele da outra e dessa mesma outra que nunca foi dele. Mas havia quem dissesse – Ele é meu! Ela é minha! No virtual, ninguém nunca foi de ninguém e quando chegaram ao real, poucos foram de alguém.

Lembro-me dos formadores de opinião e das vaquinhas de presépio. Lembro-me da unanimidade virtual, talvez a única coisa real. Lembro-me de enigmas. É assim ou assado? É falso ou verdadeiro? E lembro-me dos especialistas em enganar, trapacear, provocar.

Lembro-me dos ofendidos, feridos que sangravam virtualmente até não poder mais. Lembro-me das doenças virtuais (?), das mortes (?), das fugas e dos sumiços. Seres que nem mesmo no virtual conseguiram sustentar seus personagens. Lembro-me dos ódios e intrigas. Quem seria o vilão e a vítima? Jamais saberei.

Lembro-me de mim, em meio a um tiroteio invisível e a um carinho duvidoso. Lembro-me tão bem das carências excessivas que desabrochavam em palavras dolorosas. Lembro-me da criança que era um adulto e do adulto que era uma criança. Lembro-se da ofensa, da necessidade de denegrir a imagem de pessoas que incomodavam as outras pelos simples fato de se destacarem virtualmente.

Lembro-me finalmente, que o virtual jamais conseguiu ser real e que o real vivia a anos luz do virtual. Depois de lembrar-me de tudo isso chego à conclusão que apenas sei que nada sei sobre o mundo virtual, assim como ninguém sabe.

Texto: Silvana Duboc

O amor não acaba...

Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. Que fim levou aquele sentimento? O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são substituídos por outros no decorrer da vida. As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades.

O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas.

O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos.

O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. O amor apenas sai do centro das nossas atenções. O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice.

Paixão termina, amor não. Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa.

Texto: Martha Medeiros

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Cuide de você...

SEJA MAIS CARINHOSO DO QUE O NECESSÁRIO, POIS TODOS QUE VOCÊ CONHECE ESTÃO DE ALGUMA FORMA ENFRENTANDO UMA BATALHA! UMA LÍNGUA AFIADA PODE CORTAR A PRÓPRIA GARGANTA.

SE EU QUISER QUE MEUS SONHOS SE REALIZEM, NÃO POSSO DORMIR DEMAIS.

DE TODAS AS COISAS QUE USO, MINHA EXPRESSÃO É A MAIS IMPORTANTE. ALGO QUE POSSO OFERECER E AINDA POSSUIR... MINHAS PRÓPRIAS PALAVRAS.

A MINHA FELICIDADE DEPENDE DA QUALIDADE DOS MEUS PENSAMENTOS.

A COISA MAIS PESADA QUE CARREGAMOS É A VINGANÇA.

MENTIMOS MAIS ALTO QUANDO MENTIMOS PARA NÓS MESMOS.

SE NÃO TENHO CORAGEM PARA COMEÇAR, ENTÃO JÁ ACABEI.

UMA COISA QUE NÃO SE PODE RECICLAR É O TEMPO PERDIDO.

NOSSA MENTE É COMO UM PÁRA-QUEDAS: SÓ FUNCIONA ABERTO.

A VIDA É MUITO CURTA PARA SE ARREPENDER.

ENTÃO, AME AS PESSOAS QUE TE TRATAM BEM.

ESQUECE AS QUE TE TRATAM MAL.

ACREDITE QUE TUDO ACONTECE POR UMA RAZÃO.

SE TIVER UMA SEGUNDA CHANCE, AGARRE-A COM AS DUAS MÃOS.

NINGUÉM DISSE QUE A VIDA SERIA FÁCIL, SÓ QUE VALE A PENA.

OS AMIGOS SÃO COMO BALÕES; SE VOCÊ OS DEIXAR IR...

TALVEZ NUNCA MAIS VÁ TÊ-LOS DE VOLTA.

ÀS VEZES NOS OCUPAMOS COM NOSSAS PRÓPRIAS VIDAS...

QUE NÃO NOTAMOS QUE OS DEIXAMOS IR.

ÀS VEZES NOS PREOCUPAMOS COM QUEM ESTÁ CERTO OU ERRADO...

QUE ESQUECEMOS O QUE É CERTO E ERRADO.

ÀS VEZES NOS ESQUECEMOS O QUE É AMIZADE...

ATÉ QUE SEJA TARDE DEMAIS...

E EU NÃO QUERO QUE ISSO ACONTEÇA CONOSCO...

ENTÃO VOU AMARRAR VOCÊ NO MEU CORAÇÃO...

ASSIM EU NUNCA VOU TE PERDER.

INDIQUE OU ENVIE ESSA MENSAGEM PARA TODOS OS SEUS AMIGOS.

MESMO PARA OS BALÕES QUE JÁ VOARAM PRA LONGE.

VOCÊ VAI SE SURPREENDER QUANTOS VÃO RETORNAR.