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domingo, 25 de dezembro de 2011

Papai Noel pelo mundo

O Papai Noel recebe diferentes denominações pelo mundo.

Veja algumas delas:

Em Portugal é chamado de Pai Natal.

Na Alemanha, é denominado Kriss Kringle, a Criança do Cristo.

Père Noël, na França

Papa Noel em muitos países de língua espanhola.

Santa Claus, no Estados Unidos e Canadá

Na Inglaterra, é chamado Father Christmas, tendo ainda o casaco e barba mais longos.

Na Costa Rica, Colômbia e partes do México é chamado El Nino Jesus.

Na Suécia é Jultomten.

Na Holanda, é chamado Kerstman.

Na Finlândia, Joulupukki.

Na Rússia, é chamado Grandfather Frost or Baboushka.

Na Itália, Belfana ou Babbo Natal.

No Japão, é conhecido como Jizo.

Na Dinamarca, Juliman.

Em Porto Rico, as crianças recebem presentes no dia 6 de janeiro, Dia de Reis (reis magos Melchor, Gaspar e Baltasar)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Enquanto é Natal

Enquanto é Natal...
deixe o espírito da generosidade se espalhar,
não se esqueça dos desvalidos que nada tem,
que esperam pelo pão como em todos os dias do ano.

Aqueles que cruzamos e parece que não vemos,
os pedintes de toda a sorte que esquecemos.

Enquanto é Natal...
deixe o espírito da solidariedade se espalhar.

Visite o doente esquecido no leito de um hospital,
o albergado que se esconde da miséria,
o presidiário recluso, esquecido, desiludido,
o idoso recolhido no asilo das nossas emoções.

Enquanto é Natal...
deixe o espírito da perseverança se espalhar,
sem esquecer de mais de 1 bilhão de pessoas passam fome,
e não será diferente nessa noite.

Enquanto alguns se fartam em mesas onde sobram alimentos,
os pobres esperam pela migalha que cai ao chão,
restos da nossa hipocrisia.

Se comemoramos o aniversário de Jesus,
porque não agimos como Ele?

Porque não sair pelas ruas buscando os doentes,
dividindo o pão, curando enfermos da alma,
conversando sobre as coisas do céu,
mostrando uma parte do caminho,
revelando um pouco da verdade,
levando a vida,
como Ele fez.

Enquanto é Natal...
Seja luz,
distribua o seu melhor, espalhe a boa Nova,
Ele vive e está entre nós,
buscando quem tenha olhos de ver,
corações dispostos ao trabalho de plantar esperanças,
semear amor para colher um mundo melhor.

Enquanto é Natal..., feliz Natal.

Ele acredita em você!

Paulo Roberto Gaefke

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Graças ao Menino

Era época de Natal. Pelos gelados caminhos do norte da Europa, seguia uma caravana de ciganos. Assustados com aquele inverno precoce e mais rude do que o habitual, os ciganos resolveram mudar o curso e tentar terras mais quentes.

Um dia, acampados à beira da estrada, perceberam a ameaça de uma iminente tempestade de neve; às pressas, recolheram suas coisas e seguiram com suas carroças, sem perceber que haviam deixado para trás um deles, um menininho que se havia abrigado numa espécie de gruta que encontrara. O pequeno cigano ali ficou, dormindo inocentemente por algumas horas, até a borrasca passar. Quando acordou deu-se por conta de que estava sozinho. Chamou, chamou, mas só sua voz ressoava no silêncio daquele mundo amortecido pela grossa coberta de neve.

Resolveu esperar com paciência que o fossem buscar, mas logo sentiu fome e tentou achar algo para iludir seu estômago. Em vão. Nenhuma fruta teria forças para crescer naquele frio, nenhum bichinho ousaria a neve clemente. As horas foram passando e o menino, enregelado e faminto, decidiu sair dali e procurar ajuda na cidade mais próxima.

Andou, andou e enfim chegou a um pequeno povoado. Cheio de esperanças, bateu à porta da primeira casa que encontrou.

Ali morava uma velha senhora, que havia passado o dia todo limpando e arrumando a casa, pois era véspera do Natal e ela queria que tudo estivesse impecável para festejar o sagrado nascimento do Menino. Assim, quando foi abrir a porta e viu aquela criança suja, mal vestida, ficou aborrecida e o enxotou, dizendo:
- Cuidado com esses pés imundos! Você não vê que pode sujar meu tapete, estragar todo meu trabalho? Saia daqui, seu pequeno vadio!

O garoto nem ousou responder nada; achou melhor tentar a porta da segunda casa.

Ali morava um marceneiro, que havia passado o dia todo reformando seus móveis, pois, afinal, era véspera de Natal, e tudo deveria estar perfeito para festejar o nascimento do Menino. E ele estava justamente lixando a última de suas cadeiras quando ouviu baterem. Contrariado com aquela interrupção, foi abrir e, vendo o cigano, gritou-lhe:
- Como ousa atrapalhar meu serviço? Fora daqui, não vê que estou ocupado?!

O menino, assustado, saiu correndo o quanto lhe permitiram suas perninhas cansadas e assim chegou à terceira casa.

Ali moravam uma jovem viúva e seu filho pequeno, quando ela viu o cigano, amendrontou-se; um garoto como aquele não podia ser boa companhia para seu filho. Era melhor evitar problemas, principalmente na noite em que se festejava o sagrado nascimento do Menino. E assim pensando, gritou, batendo a porta:
- Vá embora, você vai assustar meu filho!

O menino cigano, transido de fome e frio, arrastou-se pela neve, tentando afastar-se daquele povoado, que nenhum conforto lhe dera. Já ia longe, quando avistou uma última casinha. Sentindo que, se não fosse socorrido, morreria ali mesmo, para lá se dirigiu, até cair, sem forças, na soleira da casa.

Ouvindo o barulho, o velho mestre da aldeia, que ali morava, abriu a porta e recolheu o menino. Aqueceu-o ao pé da lareira, deu-lhe de comer e beber e reconfortou-o com amor.

Enquanto isso, com a noite chegando...

A velha senhora, sentada no seu sofá impecavelmente escovado, admirava o brilho de suas louças, a limpeza de sua sala, porém... não se sentia feliz. Doía-lhe a solidão. “De que adianta”, refletia ela, “ter a casa tão arrumada se ninguém compartilha comigo na noite de Natal? Bem que eu podia ter deixado aquele garoto entrar. Pensando bem, um pouco de neve no tapete não faria mal algum e agora eu teria alguém com quem conversar”. E assim arrependida, abriu o armário da cozinha, escolheu o maior pão que ali encontrou e saiu à procura do menino.

O marceneiro, por sua vez, acabara o trabalho. Sentado na sua cadeira nova, entediava-se, mergulhado em remorsos: ”Para que tantas cadeiras, se todas ficam vazias na noite de Natal? Bem que eu podia ter deixado aquele garotinho entrar. Talvez ele até me ajudasse e agora estaríamos festejando juntos.” E assim pensando, foi até sua adega, escolheu seu melhor vinho e saiu à procura do menino.

Entrementes, a jovem viúva observava o filho brincando sozinho e, arrependida, lamentava-se: ”Que pena ter mandado aquele cigano embora! Fui tola e medrosa. Uma criança tão pequena nada nos faria do mal, ao contrário, só nos traria alegria”. E assim pegou as melhores castanhas que encontrou na despensa e, carregando no colo seu filho, saiu à procura do menino.

Assim, seguindo as pegadas que o menino deixara na neve, todos eles se encontraram diante da casa do velho mestre. Ele abriu a porta e convidou-os a entrar. Lá dentro, ao pé do fogo, eles viram o menino, que, contente, sorriu-lhes. O velho mestre então perguntou-lhes, já que estavam, todos lá e tinham trazido tantas coisas boas, porque não sentavam ao redor do fogo e festejavam juntos o Natal.

E assim foi que, naquele ano, todos eles tiveram um Natal mais farto, mais alegre e caloroso, graças ao menino.

Assim pode ser também o Natal de todos nós que abrirmos a porta do nosso coração para quem sofra de frio ou fome, qualquer espécie de frio ou de fome.

Assim será, graças ao Menino!

Rosane L. P. Pamplona

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Feliz Páscoa!

Quando eu era criança não entendia muito bem a Páscoa. Só adorava procurar os ovinhos de chocolate que o coelhinho escondia.

Mas, o que tem a ver coelho com ovos, seus símbolos, com a ressurreição de Jesus? Ou a fuga dos hebreus do Egito comandada por Moisés?

Agora sei qual a relação de tudo isto. Os ovos são o símbolo do nascimento. Ali dentro, uma vida por vir ao mundo. É o eterno milagre da vida que renasce todos os dias.

O coelho é o animal que se reproduz com uma velocidade estonteante, é uma ode à família, uma declaração de amor que a natureza faz todos dias.

Renascer é nascer, somos nós mesmos que renascemos nos nossos filhos, é a vida que se pereniza na prole.

A fuga dos hebreus é o fim da escravidão de um povo. A escravidão equivale à morte,
escravizar equivale a tirar a vontade e a alma de alguém, equivale a tirar sua vida.
Se libertar da escravidão é viver de novo, é renascer, é estar sempre começando tudo de novo.

Por fim, Jesus é a ressurreição.

Este eterno milagre que nos encanta é o milagre da vida; que a Páscoa nos relembra.

A Páscoa é a ressurreição das nossas almas. Este é o dia de renascer, começar tudo de novo. De nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia.

Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar pra frente com coragem. Nos dedicarmos à vida como quem sorve o sumo de um fruto saboroso. Páscoa é dia de renascer.

terça-feira, 8 de março de 2011