sexta-feira, 18 de maio de 2012

Ser humano, protege-me!
Junto ao puro ar da manhã ao crepúsculo,
eu te ofereço aroma, flores, frutos e sombra!

Se ainda assim não te bastar,
curvo-me e te dou 
proteção para teu ouro,
pinho para tua nota, 
teto para teu abrigo,
lenha para teu calor, 
mesa para teu pão,
leito para teu repouso, 
apoio para teus passos,
bálsamo para tua dor, 
altar para tua oração
e te acompanharei até à morte...
Rogo-te: Não me maltrates!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pelo que você é responsável?

Sabemos que a nossa realidade é da nossa inteira responsabilidade. O que está nela, como ela se revela, o que criamos e o que permitimos, toleramos e aceitamos, refletem como usamos a nossa energia na criação de cada etapa da nossa jornada de vida.Mas expandimos a definição e o alcance da responsabilidade para incluirmos outro aspecto que torna uma luta e um fardo, ao ponto em que estamos dispostos a abrir mão do nosso poder, porque não podemos enfrentar a responsabilidade que achamos que o acompanha. O aspecto que adicionamos à responsabilidade é a obrigação, e é um aspecto do paradigma do curador martirizado e um pesado fardo, de fato.

Quando confundimos a responsabilidade com a obrigação, acreditamos que somos solicitados a não somente vermos e sentirmos a energia, mas também termos que transformá-la. E, até certo ponto, isto é verdade. Estamos aqui para transformar a energia, mas é a nossa energia que precisamos transformar, não a dos outros. Estamos aqui para nos fortalecermos e sermos um exemplo da luz de Deus. A crença na obrigação nos inspira, literalmente, a assumirmos os pecados do mundo e a transformá-los em bênçãos. E, então, a assumirmos as energias dos outros e abençoá-las, também. Assumimos, então, a opinião de todos e tentamos nos tornar responsáveis por provar que estão errados. E, em algum ponto, simplesmente paramos, porque é muito difícil e nos sentimos impotentes.

A responsabilidade tem a ver com a forma como interagimos com a energia, e temos duas opções, reagirmos ou respondermos. Quando reagimos à energia, conectamo-nos em seu nível e então tentamos transformá-la a partir deste espaço. É aí que vem a obrigação, porque quando sentimos uma energia com que não estamos confortáveis, sentimos a obrigação de mudarmos para algo com que possamos nos alinhar, ainda que não seja adequado, com que não estejamos confortáveis ou que não esteja em integridade conosco. Assim, começamos a diminuir a nossa própria energia, pouco a pouco, até que tenhamos perdido a conexão com o nosso próprio poder. É assim que então agimos como curadores martirizados, abandonando lentamente o nosso poder, para que possamos nos sentir como se estivéssemos fazendo progresso em nos conectarmos com a cura e com o mundo.

Quando respondemos à energia, permanecemos em nosso próprio nível de vibração energética, enquanto decidimos se queremos ou não fazer uma conexão com outras energias. Não nos sentimos obrigados a fazer nada e sabemos que quando não agimos com o nosso desejo de transformar outros, eles têm uma escolha de se unirem a nós em nosso nível e se fortalecerem. Os novos portais energéticos que estão se abrindo ao nosso redor podem nos fazer sentir uma obrigação de fazermos imensas mudanças em nós mesmos e nos outros. Estão se sentindo oprimidos pelo que vêem como suas obrigações para mudar o mundo? Há alguns aspectos do seu curador martirizado que estão transformando a sua responsabilidade em obrigação? Esta é uma oportunidade para fazer uma pausa, encontrar o seu centro energético e resplandecer intensamente a sua luz, para que vocês respondam, ao invés de reagirem e assumirem a responsabilidade pelo que podem controlar: seu caminho de cura, sua conexão, seu poder e a sua jornada da ascensão.
(Jennifer Hoffman)
O homem divino desenvolve em si mesmo tanto as qualidades paternas quanto a maternas. Pode sentir por qualquer pessoa o mesmo amor que a mãe sente pelos filhos. Tais foram os sentimentos de Jesus, quando disse na cruz: "Pai, perdoa-lhes, pois eles não sabem o que fazem".

Como podia sentir tanto amor pelos que os crucificaram? Ele havia desenvolvido os dois aspectos de Deus: o paterno e o materno. Para Jesus, os homens que o pregaram na cruz não eram inimigos com lanças e espadas, eram seus filhos que não o compreendiam.

Quem, senão uma mãe, poderia sentir por eles o que Jesus sentiu? A mãe cujo filho a está torturando só tem medo do que pode acontecer a ele. Foi isso que Jesus compreendeu e por isso é que pode dizer: "Pai, perdoa-lhes".

Se você desenvolver o aspecto maternal de Deus, sentirá amor por todas as pessoas do mundo. E se apelar a Deus como Mãe Divina, Ela rapidamente Se renderá, pois você terá recorrido à Sua ternura e ao Seu amor incondicional.

Se adora a Deus como Mãe, pode apresentar-se diante Dela e dizer: "Mãe Divina, bom ou mau, sou Teu filho. Posso ter estado nas garras do mal por muitas encarnações, mas deverei pagar indenização total, de acordo com Tua lei? Não posso esperar tanto para ser levado à Tua presença! Por favor, Mãe, perdoa-me! Por que deves exigir que eu seja punido? O que fiz, está feito.É passado. Não vou pecar de novo."

A Mãe Divina pode responder: " És malcriado; afasta-te de Mim". Mas você deve dizer: "Tu és minha Divina Mãe. Tens que me perdoar". Então, Ela dirá: "Pede-Me a sabedoria, e te dou sabedoria. Mas não peças Meu amor, pois, se o levares, ficarei sem nada."

Se você continuar suplicando: "Quero o Teu amor!" - a Mãe Divina finalmente Se rende: "Já que és Meu filho e Eu sou tua Mãe, como não hei de perdoar-te?" E Ela entregará o último bem: Seu amor divino.

YOGANANGA

De sua obra: "A ETERNA BUSCA DO HOMEM".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Vida reflexo da morte

E o Deus dos deuses separou de si mesmo uma alma e a dotou de beleza.
E deu-lhe a suavidade da brisa matinal
e o perfume das flores do campo e a doçura do luar.
E entregou-lhe a taça da alegria, dizendo-lhe:
"Só poderás beber desta taça se esqueceres o passado
 e não te preocupares com o futuro."
E entregou-lhe a taça da tristeza, dizendo:
"Bebe dela, e compreenderás a essência da alegria da vida."
E soprou nela um amor que a abandonaria ao primeiro suspiro de saciedade,
e uma meiguice que a abandonaria à primeira manifestação de orgulho.
E fez descer sobre ela, do céu, um instinto que lhe revelaria os caminhos da verdade.
E depositou nas suas profundezas uma visão que vê, o que não se vê.
E criou nela sentimentos que deslizam com as sombras
e caminham com os fantasmas.
E vestiu-a de um vestido de paixão que os anjos
 teceram com as ondulações do arco-íris.
E colocou nela as trevas da dúvida, que são as sombras da luz.
E tomou fogo da forja do ódio, e ventos do deserto da ignorância,
e areia do mar do egoísmo, e terra pisada pelos pés dos séculos
e amassou todos esses elementos e fez o homem.
E deu-lhe uma força cega que se inflama nas horas de loucura
 e desvanece diante das tentações.
Depois, depositou nele a vida, que é o reflexo da morte.
E sorriu o Deus dos deuses, e chorou, e sentiu um amor incomensurável
 e infinito e uniu o homem e a alma.
(Gibran Khalil Gibran)

Oração da Criança ao Homem

Edificaste um mundo novo, em que me veja num futuro melhor.
Auxilia-me a ter alegria dentro dele.
Deste-me liberdade.
Ensina-me a ser livre, sendo feliz.
Colocaste-me no centro da cultura,
com acesso às mais avançadas experiências.
Guia-me os passos para que não me sinta em desequilíbrio
 e para que o desequilíbrio não me enlouqueça.
Dizes que me defendes.
Não me recuses os benefícios da escola e do trabalho
 e nem me induzas a qualquer idéia de ódio e separação.
Inventaste estradas nos céus.
Ajuda-me a construir caminhos em que possa fazer o meu encontro
 com ossemelhantes, no clima da compreensão e da paz.
Criaste máquinas preciosas para meu reconforto.
Ensina-me a dirigi-las com amor e responsabilidade
 para que elas não me esmaguem.
Desenvolveste o progresso e levantaste a grandeza material em todos os recantos
 daTerra, e agradeço-te por tudo - a ti que me acolhes com tanto carinho
e com tanto amor mas peço, com todas as forças de meu coração
para que não me afastes de Deus.
(Meimei)
Do livro:  Antologia da Criança - Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 14 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

Para completar o homem, DEUS a fez mulher...
mas para participar do milagre da vida, DEUS a fez MÃE..

Para liderar uma casa, DEUS a fez mulher...
mas para edificar um lar, DEUS a fez MÃE.

Para estudar, trabalhar e competir, DEUS a fez mulher...
mas para guiar a criança insegura, DEUS a fez MÃE.

Para fazer qualquer trabalho, DEUS a fez mulher...
mas para embalar o berço e construir um caráter, DEUS a fez MÃE.

Para ser princesa DEUS a fez mulher...
mas para ser rainha, DEUS a fez MÃE.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Poema aos amigos...


Não posso dar-te soluções para todos os problemas da vida,
nem tenho resposta para as tuas dúvidas ou temores,
mas posso escutar-te e repartir contigo.
Não posso mudar o teu passado nem o teu futuro.
Mas quando necessitares de mim estarei junto a ti.
Não posso evitar que tropeces.
Somente posso oferecer-te a minha mão
para que te apoies e não caias.
As tuas alegrias, os teus triunfos e os teus êxitos não são meus.
Mas regozijo-me sinceramente quando te vejo feliz.
Não julgo as decisões que tomas na vida.
Limito-me a apoiar-te, a estimular-te e a ajudar-te se me pedes.
Não posso traçar-te limites dentro dos quais deves atuar,
mas ofereço-te esse espaço necessário para cresceres.
Não posso evitar o teu sofrimento quando alguma pena
te parte o coração, mas posso chorar contigo
e recolher os pedaços para armá-lo de novo.
Não posso dizer-te quem és nem quem deverias ser.
Somente posso amar-te como és e ser teu amigo.
Estes dias pensei nos meus amigos e amigas.
Não estavas em cima, nem abaixo nem no meio.
Não encabeçavas nem concluias a lista.
Não eras o número um nem o número final.
E tão-pouco tenho a pretensão de ser
o primeiro, o segundo, ou o terceiro da tua lista.
Basta que me queiras como amigo.
Obrigado por o seres.

EU TE DESEJO...
Paciência para as dificuldades
Tolerância para as diferenças
Ben
evolência para os equívocos
Misericórdias para os erros
Perdão para as ofensas
Equilíbrios para os desejos
Sensatez para as escolhas
Sensibilidades para os olhos
Delicadezas para as palavras
Coragem para as provas
Fé para as conquistas
E amor para todas as ocasiões...

quinta-feira, 10 de maio de 2012


Quem gosta simplesmente paquera. Quem ama declara seus sentimentos.
Quem gosta enxuga as lágrimas. Quem ama não faz chorar.
Quem gosta espera o dia todo. Quem ama espera a vida inteira.
Quem gosta divide. Quem ama compartilha.
Quem gosta busca uma estrela. Quem ama dá o céu inteiro.
Quem gosta namora e casa. Quem ama casa e continua namorando.
Quem gosta assina um silêncio de um adeus. Quem ama vai junto.
Quem gosta tolera a distância. Quem ama encurta o caminho.
Quem gosta agasalha o corpo. Quem ama aquece a alma.
Quem gosta ás vezes desiste. Quem ama nunca perde as esperanças.
Quem gosta ás vezes separa. Quem ama se torna único.
Quem gosta tem medo de morrer. Quem ama vive a eternidade.
Quem gosta ás vezes duvida. Quem ama sempre confia.
Quem gosta se manifesta em olhares. Quem ama age num simples olhar.
Quem gosta grita que ama. Quem ama se manifesta no ouvido.
Quem gosta diz: Eu & Você.
Quem ama diz: Nós...

Divergências & Compreensão


Vivemos em sociedade para convivermos uns com os outros
e aprendermos a compreender o outro como ele é
e não como gostaríamos que ele fosse, desta forma cada um
tem uma opinião, cada um reage a sua forma de acordo com
...
o acontecimento que se apresenta, assim sendo geramos várias
divergências de opiniões, isso é natural pois o nosso Criador
nos fez diferentes justamente para aprendermos a conviver
com as diferenças dos nossos irmãos de jornada,
tendo assim que colocarmos em prática uma virtude
valiosíssima que é a compreensão.
Através da compreensão evitamos vários desgastes emocionais
em nossa trajetória, porque aceitamos no outro exatamente
o que ele é, juntamente com suas opiniões, ações e atitudes,
mesmo com opiniões diferentes.
Quando colocamos a compreensão em nosso convívio seja social,
familiar ou emocional, estamos propondo ao outro o diálogo
sincero e nos colocamos a disposição para ouvi-lo em suas opiniões,
e com isso geramos em nós e nos outros a boa convivência
e a harmonia das opiniões.
Divergir faz parte do nosso processo de aprendizado
e compreender é um ato de amor ao próximo.
(Gotas de Paz)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

"Hoje em dia, a doença mais terrível do mundo não é a tuberculose nem a lepra,
é a sensação de ser indesejado, de NÃO SER AMADO, de ser abandonado.
Tratamos as doenças do corpo por meio da medicina;
 mas o único REMÉDIO para a solidão,
para a confusão e para o desespero É O AMOR.
São muitas as pessoas que morrem neste mundo por falta de um pedaço de pão,
mas são muitas mais as que MORREM POR FALTA DE UM POUCO DE AMOR.
A pobreza do mundo é outra espécie de pobreza;
não se trata apenas de uma pobreza de solidão,
é também uma POBREZA DE ESPIRITUALIDADE.
Há um fome que é uma FOME DE AMOR, como também há uma FOME DE DEUS!..."

(MADRE TERESA DE CALCUTÁ)