segunda-feira, 16 de julho de 2012


Eu creio, amigo, que a existência inteira
É um mistério talvez; - mas n´alma sinto
De noite e dia respirando flores,
Sentindo as brisas, recordando aromas
e esses ais que ao silêncio a sombra exala
E enchem o coração de ignota pena
Como a íntima voz de um amigo,
Que essas tardes e brisas, esse mundo
Que na fronte do moço entorna flores,
Que harmonias embebem-lhe no seio -
Têm uma alma também que vive e sente...

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